Sinais de cena, n.º 15
Em tempos de difícil respiração cultural e continuada desvalorização da arte entre nós – por razões económicas impostas e por um fraco investimento na educação pela (e para a) arte –, é de destacar o “sonho sem-abrigo”[1] que parece mover a obstinada criação cénica a que se devotam ainda muitos artistas portugueses.