Sinais de Cena
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Sinais de cena, n.º 20
1.
Enquanto revista devotada ao Teatro – na sua enorme diversidade de práticas artísticas de palco – e aos Estudos de Teatro – na sua maior amplitude teórica, histórica e crítica –, a Sinais de cena perfaz agora, com este seu n.º 20, dez anos de uma caminhada que vem mantendo com inusual persistência, a par de uma reconhecida qualidade científica e gráfica, de que não tem abdicado.
Sinais de cena, n.º 19
Ao entrarmos no décimo ano da publicação - regularíssima - desta nossa revista, tomei de empréstimo a Augusto Abelaira o título do seu romance de 1979, mas reconduzindo-o a uma mais actual e alargada incidência temporal. Porque este é, a meu ver, o motto que me parece mais condizente com a injusta situação que, ultimamente, tem sido imposta – em Portugal – à cultura e à arte, desta forma reduzindo-lhe o seu campo de actuação e a força da sua intervenção social.
Sinais de cena, n.º 18
Cumprindo a sua generosa agenda de pesquisa e questionamento no campo do teatro, a revista Sinais de cena oferece, neste número, investigações originais e importantes para a História do Teatro em Portugal, a par de considerações sobre a cena do presente – e não só deste lado da fronteira – quando vista e avaliada de forma reflexiva e crítica.
Sinais de cena, n.º 17
Fazemos isto para trabalhar, para criticar a memória da humanidade.
É este o nosso ofício, trabalhar sobre esta memória.
Antoine Vitez
Sinais de cena, n.º 16
Em tempos que já lá vão – uns bons 410 anos – e em escrita inspirada, William Shakespeare designou um papel cultural para os actores: eles são, pela voz de Hamlet, “os modelos e as breves crónicas do tempo”, razão pela qual aconselhava Polónio a recebê-los e instalá-los bem, até porque, advertia o príncipe, “antes tenhas um mau epitáfio depois de morto do que seres acusado por eles enquanto vives” (Hamlet, II, 2, 527).
Sinais de cena, n.º 15
Em tempos de difícil respiração cultural e continuada desvalorização da arte entre nós – por razões económicas impostas e por um fraco investimento na educação pela (e para a) arte –, é de destacar o “sonho sem-abrigo”[1] que parece mover a obstinada criação cénica a que se devotam ainda muitos artistas portugueses.