Sinais de Cena

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Sinais de cena, n.º 18

Cumprindo a sua generosa agenda de pesquisa e questionamento no campo do teatro, a revista Sinais de cena oferece, neste número, investigações originais e importantes para a História do Teatro em Portugal, a par de considerações sobre a cena do presente – e não só deste lado da fronteira – quando vista e avaliada de forma reflexiva e crítica.

Sinais de cena, n.º 17

Fazemos isto para trabalhar, para criticar a memória da humanidade.
É este o nosso ofício, trabalhar sobre esta memória.
Antoine Vitez

Sinais de cena, n.º 16

Em tempos que já lá vão – uns bons 410 anos – e em escrita inspirada, William Shakespeare designou um papel cultural para os actores: eles são, pela voz de Hamlet, “os modelos e as breves crónicas do tempo”, razão pela qual aconselhava Polónio a recebê-los e instalá-los bem, até porque, advertia o príncipe, “antes tenhas um mau epitáfio depois de morto do que seres acusado por eles enquanto vives” (Hamlet, II, 2, 527). 

Sinais de cena, n.º 15

Em tempos de difícil respiração cultural e continuada desvalorização da arte entre nós – por razões económicas impostas e por um fraco investimento na educação pela (e para a) arte –, é de destacar o “sonho sem-abrigo”[1] que parece mover a obstinada criação cénica a que se devotam ainda muitos artistas portugueses.

Sinais de cena, n.º 13

Entrando no sétimo ano da sua existência e cumprindo com uma assinalável regularidade a sua publicação, a revista Sinais de cena marca o campo dos Estudos do teatro e das artes performativas em Portugal em três importantes vertentes: promove a investigação teórica, crítica e histórica (quer na secção “Estudos aplicados”, quer no “Arquivo solto”), fomenta a análise de espectáculos, livros e edições online (em “Passos em volta”, “Leituras” e “Em rede”), e orienta em dois sentidos vitais a atenção do leitor: por um lado, olhando as razões portuguesas, numa atenção aos artista

Sinais de cena, n.º 12

Neste número da revista, que assim completa o seu sexto ano de publicação, encontramos testemunhos e reflexões sobre o que tem sido o trabalho que por cá se faz no teatro e na investigação sobre teatro, cobrindo actuações diversas e recolhendo ecos importantes dessas práticas. E neste encontro de procedimentos de vida, investimentos artísticos e reflexão crítica pode medir-se a importância deste campo na respiração cultural do país.

Sinais de cena, n.º 11

Foi para muitos de nós uma revelação admirável a primeira encenação que Augusto Boal assinou em Portugal, em 1977, ali na Avenida Alexandre Herculano (sede então da companhia portuguesa a Barraca): Barraca conta Tiradentes.