Sinais de Cena

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Sinais de cena, n.º 13

Entrando no sétimo ano da sua existência e cumprindo com uma assinalável regularidade a sua publicação, a revista Sinais de cena marca o campo dos Estudos do teatro e das artes performativas em Portugal em três importantes vertentes: promove a investigação teórica, crítica e histórica (quer na secção “Estudos aplicados”, quer no “Arquivo solto”), fomenta a análise de espectáculos, livros e edições online (em “Passos em volta”, “Leituras” e “Em rede”), e orienta em dois sentidos vitais a atenção do leitor: por um lado, olhando as razões portuguesas, numa atenção aos artista

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Sinais de cena, n.º 12

Neste número da revista, que assim completa o seu sexto ano de publicação, encontramos testemunhos e reflexões sobre o que tem sido o trabalho que por cá se faz no teatro e na investigação sobre teatro, cobrindo actuações diversas e recolhendo ecos importantes dessas práticas. E neste encontro de procedimentos de vida, investimentos artísticos e reflexão crítica pode medir-se a importância deste campo na respiração cultural do país.

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Sinais de cena, n.º 11

Foi para muitos de nós uma revelação admirável a primeira encenação que Augusto Boal assinou em Portugal, em 1977, ali na Avenida Alexandre Herculano (sede então da companhia portuguesa a Barraca): Barraca conta Tiradentes.

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Sinais de cena, n.º 5

Este número da Sinais de cena ocupa o seu "Dossiê temático" com as razões que levaram o júri da Associação Portuguesa de Críticos de Teatro a atribuir o Prémio da Crítica, bem como as Menções Especiais ao que se fez em teatro em 2005. Um homem é um homem , pelo Teatro da Cornucópia, e Ubus , pelo Teatro Nacional S.

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