Em 2025 a ponto passou a semestral.
No n.º 3 Neste número dão-se a conhecer ecos de Gil Vicente numa Danza de un pastor y gitanas na Nueva Granada seiscentista, a complexa cenografia das Mágicas no século XVIII, a carreira de Josefa Soares, actriz dos teatros lisboetas na viragem do século XVIII para o XIX, a obra de Pedro Alexandre Cavroé, autor das primeiras décadas de Oitocentos, aspectos da polémica que, em meados do século XIX, suscitou o conceito de drama histórico. Do século XX, apresentam-se a teoria teatral de António Pedro, o funcionamento da censura ao teatro estrangeiro e uma análise dos três títulos da dramaturgia de Augusto Abelaira.
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No n.º 4 volta-se a percorrer a História do Teatro em Portugal, com a análise documental de romances do século XVIII sobre o Pátio das Arcas; examina-se a representação entremesil setecentista do adultério e aprecia-se uma tradução inédita para português de Wilhelm Tell de Schiller de meados do século XIX. Do século XX, aborda-se a Trilogia dos Gigantes, um dos vários projectos dramáticos que Fernando Pessoa; retoma-se a resposta da censura à apresentação de peças de Tennesse Williams; são comentadas as passagens da encenadora e actriz Henriette Morineau, francesa radicada no Brasil, pelos palcos portugueses entre 1963 e 1970. Por fim, dá-se a conhecer o que foi, e é, o projecto Arthe ‑ Arquivar o Teatro, que avaliou as condições em que se encontram os arquivos das companhias de teatro fundadas em Portugal nas décadas de 1970 e 1980.




